Ablação por radiofrequência

ablação por radiofrequência é um método que proporciona o controle da fibrilação atrial de 80% dos casos.

Consiste em uma técnica realizada em local próprio para cateterismos. Por meio desse procedimento o especialista consegue localizar o ponto que deflagra a arritmia no coração e, com auxílio de um cateter, aplica a radiofrequência para a eliminação das células que causavam a fibrilação atrial.

Preencha o formulário para agendar uma consulta




Já realizou algum tratamento?

 Sim Não

Para evitar mensagens automáticas, confirme abaixo que você não é um robô:


BENEFÍCIOS DA ABLAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA

QUANDO É INDICADA

A Ablação por radiofrequência é indicada para quase todos os tipos de arritmia. As pessoas que possuem os maiores benefícios desse procedimento são os pacientes portadores de arritmias de alto risco, pacientes que fazem uso de uma grande quantidade de medicamentos e pessoas que não respondem ao tratamento com medicação. Os pacientes que que possuem um quadro mais simples da doença têm uma probabilidade maior de obter sucesso com o procedimento.

Dúvidas frequêntes

Conheça nossos especialistas

Dr. Nilton Carneiro | CRM 107.737 Cardiologista e Arritmologista

Médico formado pela Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina), ainda durante o curso iniciou atividade científica na área de fisiologia cardiovascular, obtendo bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento de Pesquisa e Tecnológico PIBIC- CNPq.

Após a graduação, manteve seu contínuo aprimoramento e obteve, com reconhecimento do MEC, o título de especialista nas áreas de clínica médica, medicina de urgência, cardiologia e arritmologia clínica e invasiva (Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas). Atualmente, é membro dessas sociedades, além da Heart Rhythm Society (American Heart Association) e ECAS (European Cardiac Arrhythmia Society). Tem conhecimento de inglês, espanhol e francês.

Mantém-se em constante atualização na área principal de atuação (arritmologia), participando constantemente de congressos nacionais e internacionais, como ouvinte e apresentador, e empenha-se em todas as inovações tecnológicas na cardiologia e arritmologia. Em 2009 foi médico visitante da Penn State University, Hershey- EUA (Milton Hershey Heart and Vascular Institute) e dedicou-se ao estudo da fibrilação atrial e seu tratamento por ablação na Universidade Federal de São Paulo, este inclusive sendo seu tema de pós-graduação (doutorado).

Dr. Bruno Valdigem | CRM 118.535 Cardiologista e Arritmologista

Graduação em Medicina – Universidade Federal Fluminense.

Residência médica em Cardiologia-Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

Título de especialista em cardiologia emitido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Especialização em Eletrofisiologia Clínica e Invasiva-Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, São Paulo, Brasil. Título reconhecido pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC); completa em fevereiro de 2010.

Pós-graduação em cardiologia nível doutorado obtido pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP (Homologado em 28 de março de 2011).

Membro Habilitado do Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial (DECA/SBCCV).

Membro da SOBRAC e da Heart Rhythm Society (HRS).

Médico assistente da Seção de Eletrofisiologia Do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

Hospitais Credenciados

Saiba mais sobre Ablação por radiofrequência

A ablação por radiofrequência é um método que proporciona o controle da fibrilação atrial de 80% a 90% dos casos. Quando isso ocorre, o paciente pode ficar livre da necessidade de usar medicamentos, dependendo do caso.

Consiste em uma técnica realizada em local próprio para cateterismos. Portanto, é menos invasivo que uma cirurgia cardíaca. Devido a isso também, a ablação pode ser feita por meio de anestesia geral ou sedação, levando em consideração o que gerar mais conforto e segurança ao paciente.

Por meio desse procedimento o especialista consegue localizar o ponto que deflagra a arritmia no coração e, com auxílio de um cateter, aplica a radiofrequência para a eliminação das células que causavam a fibrilação atrial.

 

Agendar uma consulta