Fibrilação Atrial em jovens

quarta-feira, 12/abr/2017

Consulta Médica Fibrilação Atrial em jovem

O risco do aparecimento da fibrilação atrial é de 25% nas pessoas de até 40 anos e aumenta consideravelmente essa porcentagem a partir dos 60 anos. Embora esta afecção acometa de maneira mais frequente pessoas mais velhas, é crescente o número de jovens com FA. Algo que preocupa a população médica é que uma boa parte dessas pessoas jovens não possui histórico familiar de fibrilação atrial. Como consequência, acredita-se que os fatores de risco façam parte da vida cotidiana.

Os principais fatores de risco que incidem no aparecimento deste tipo de arritmia são a idade, quadros de hipertensão arterial ou pressão alta crônica, taxas altas de colesterol e/ou glicose, diabetes e o tabagismo. É importante ressaltar que além desses fatores, existem outros aspectos que podem ocasionar o aparecimento da FA tal como é o caso do estresse. Outro hábito que pode desenvolver a fibrilação atrial é o consumo de álcool.

Diagnóstico da fibrilação atrial

Os fatores de risco citados acima podem aumentar as chances de acometimento da fibrilação atrial. Se você está exposto a um ou vários deles é indispensável que preste atenção nos sintomas e procure um médico caso padeça de algum sintoma.

O diagnóstico prematuro é indispensável para que o paciente não sofra com possíveis complicações decorrentes do quadro. Além disso, ao tratar a Fibrilação Atrial evitam-se crises e desconfortos futuros.

O diagnóstico da fibrilação atrial é feito por meio da realização de um eletrocardiograma. Este exame ajuda a compreender a atividade elétrica do coração a partir de diferentes ângulos. Caso o paciente tenha fibrilação atrial, o seu exame mostrará um ritmo irregular que é característico e diagnóstico dessa doença.

A Fibrilação atrial pode ser difícil detectar

Ocasionalmente, pode ser difícil detectar a FA, em especial se não é acometido peça arritmia de forma frequente.  Nestes casos, é indispensável a adoção de um holter. Este aparelho registra a atividade cardíaca desde o ponto de vista elétrico durante um período entre um e sete dias.

Existem casos mais difíceis de detectar. Nestas situações é preciso implantar um dispositivo sob a pele capaz de registrar o ritmo elétrico do coração por até dois anos.

Outros pacientes precisam utilizar marca-passos, desfibriladores, ressincronizadores, que possibilitam um registro contínuo da atividade elétrica do coração. A verificação especializada destes aparelhos permite detectar se o paciente passou ou não por episódios de fibrilação atrial.

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