Fibrilação Atrial pode vir de histórico familiar?

quarta-feira, 19/abr/2017

Família reunida na mesa para o almoço

A fibrilação atrial continua sendo assunto de diversos estudos científicos. Embora muitos aspectos ligados à doença sejam conhecidos, há necessidade de contar regularmente com novas informações sobre a afecção. Um dos dados obtidos no ano de 2014 e que gerou um profundo impacto na medicina foi a descoberta de que diversas variações genéticas incidem no padecimento da Fibrilação Atrial.

A partir desse resultado, caminhou-se para descobertas mais complexas. A maior parte destas foram fundamentais para aumentar as técnicas de prevenção e/ou tratamento da fibrilação atrial.

Como os fatores genéticos interferem na Fibrilação Atrial?

O conhecimento das bases genéticas podem contribuir na identificação de novas terapias. Além disso, são efetivas no desenvolvimento de novos fármacos que permitam prevenir e tratar pacientes com este tipo de arritmia. Um dos pontos cruciais é a modulação da funcionalidade dos genes que determinam o aparecimento da fibrilação atrial.

A modulação dos genes permite que a médio ou longo prazo os resultados possam oferecer novas fontes de informação e contribuir no aparecimento de novos medicamentos para tratar a FA.

Desde o ponto de vista clínico, alguns exames podem concluir se um indivíduo com determinadas características genéticas pode vir a desenvolver fibrilação atrial posteriormente. Esses exames possuem cunho genético e são feitos com equipamentos de tecnologia avançada.

Os sintomas da Fibrilação Atrial

Conhecer os sintomas deste tipo de arritmia é fundamental para quem tem pré-disposição genética. Uma pessoa que padeça de FA possui um coração que não bombeia sangue de forma eficiente e tampouco é capaz de oferecer irrigação de maneira eficaz.

Muitas pessoas relatam que a fibrilação atrial apareceu de forma assintomática. Este é um dos motivos pelos quais é indispensável observar o aparecimento de um ou mais destes sintomas. Este ponto é essencialmente importante para pessoas que já contam com uma carga genética favorável ao aparecimento dessa afecção.

Veja a seguir quais são os principais sintomas da Fibrilação Atrial e fique atento/a caso perceba a incidência de um ou vários sintomas:

  • Fadiga
  • Palpitações
  • Diminuição na resistência física
  • Vertigens
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar durante o repouso
  • Dor no peito
  • Confusão mental
  • Desmaio
  • Náuseas

Caso você tenha predisposição genética para a fibrilação atrial e perceba o aparecimento desses sintomas é indispensável recorrer a um especialista. A partir desta consulta inicial, apresentação dos sintomas e exames de diagnóstico, ele poderá proporcionar um tratamento adequado para o seu caso.

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