Diagnóstico da Fibrilação Atrial

A fibrilação atrial é uma condição cardíaca na qual o ritmo de contração das câmaras superiores do coração, conhecias como átrios, apresentam irregularidades. Devido a essa arritmia, o sangue não é bombeado de maneira eficiente para o restante do corpo e são formados coágulos de sangue no interior dos átrios. Caso alguns desses coágulos se desprendam, podem causar sérios problemas de saúde ao paciente.

As consequências da podem ser consideradas desde as obstruções de vasos sanguíneos que a formação dos coágulos pode ocasionar, até mesmo os sintomas que a doença apresenta, tais como:

  • Fraqueza;
  • Episódios de desmaios;
  • Tonturas;
  • Fadiga;
  • Dores na região do tórax, entre outros.

No entanto, também existe a modalidade da arritmia cardíaca considerada assintomática, chamada de fibrilação atrial oculta, que é notada apenas por meio de exame físico ou demais avaliações que acusam a alteração nos batimentos atriais.

Como a fibrilação atrial é diagnosticada?

Um especialista da área de saúde pode identificar a alteração no batimento cardíaco do paciente, que estará em um ritmo mais acelerado do que o normal, por meio da escuta do coração, com o auxílio de um estetoscópio. Também é possível notar alterações na pulsação do paciente, medindo o pulso.

Um ritmo cardíaco considerado normal é de cerca de 60 até 100 bpm (batimentos por minuto). Quando uma pessoa apresenta fibrilação atrial, que é acompanhada por palpitações, o pulso pode chegar em 175 bpm, caracterizando uma taquicardia. Nesse momento, o ideal é buscar uma avaliação mais específica do quadro clínico do paciente.

O exame frequentemente utilizado para diagnosticar a fibrilação atrial é o eletrocardiograma. Em alguns casos é solicitado o uso de um monitor especial que analisará se a alteração nos batimentos cardíacos é intermitente.

As avaliações clínicas que também são frequentemente solicitadas pelos especialistas para confirmar a presença da fibrilação atrial são:

  • Teste de esforço;
  • Radiografia do tórax;
  • Exames de sangue;
  • Ecocardiograma – exame que cria uma imagem da movimentação cardíaca por meio do envio de ondas sonoras;
  • Coronariografia – análise que permite examinar os vasos sanguíneos que irrigam o músculo sanguíneo, e
  • Estudo eletrofisiológico – exame que avalia o sistema elétrico cardíaco, responsável por fornecer os impulsos elétricos que geram as contrações do músculo cardíaco.

Em alguns casos, ao ser diagnosticada, a fibrilação atrial precisa de um tratamento de emergência para o controle do ritmo cardíaco, podendo ser medicamentoso ou cirúrgico, dependendo do caso. Além disso, após o diagnóstico da fibrilação atrial, o especialista que acompanha a situação poderá indicar algumas mudanças em alguns hábitos que poderão proporcionar melhor qualidade de vida e, consequentemente, menores risos de sofrer com a fibrilação atrial.

 

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