O que é fibrilação atrial?

sexta-feira, 20/maio/2016

Saiba o que é fibrilação atrial | Instituto de fibrilação atrial

Encontrada em diversos registros médicos com a sigla FA, a fibrilação atrial é caracterizada por uma frequência cardíaca irregular, frequentemente muito mais acelerada do que a comum, acomete cerca de 2,5% da população mundial, que pode levar a pessoa a desenvolver sintomas como fadiga, falta de ar e palpitações.

A fibrilação atrial existe quando as câmaras superiores do coração do paciente, conhecidas também como átrios, não possuem um ritmo de contração regular e sincronizado, sendo assim elas fibrilam – dando origem ao nome da ocorrência.  Com os átrios trabalhando de forma irregular, o bombeamento de sangue se torna insuficiente para o corpo, fazendo com que a pessoa se sinta cansada e com desconfortos cardíacos, como batimentos acelerados.

O que pode causar a fibrilação atrial?

Na maioria das vezes a alteração na arritmia cardíaca é causada por malformações do coração presentes desde o nascimento, danos à estrutura cardíaca causados por um infarto ou problemas em alguma válvula. Infelizmente não é em todos os casos que realmente fica clara a causa da fibrilação atrial.

Mesmo pessoas que não apresentaram nenhum diagnóstico de alteração cardíaca ou malformação das estruturas do coração podem ser acometidas pela fibrilação arterial. São raros, mas existem casos de infecções virais que causam a alteração na frequência cardíaca.

Quais são os sintomas de fibrilação atrial?

O coração de uma pessoa que tem fibrilação arterial não apresenta batimentos suficientes para bombear sangue para o corpo de maneira eficiente, levando aos seguintes sintomas:

  • Palpitações;
  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Tonturas;
  • Vertigem;
  • Dores no peito;
  • Desmaios;
  • Falta de ar, e
  • Menor capacidade de se exercitar.

Algumas pessoas podem descobrir que têm fibrilação atrial apenas durante a análise de um especialista, após a realização de um exame físico ou por meio da avaliação do diagnóstico de um eletrocardiograma.

Mesmo nos casos em que a fibrilação atrial é assintomática ela é considerada uma condição grave e a conduta ideal de tratamento deve ser orientada pelo especialista de acordo com o caso, podendo variar entre tratamento com remédios, anticoagulantes, cardioversão elétrica, ablação e a utilização de marca-passos e desfibriladores.

Apenas um médico especialista poderá orientar qual o melhor tratamento, assim como a dosagem ideal de cada medicamento, quando utilizado, e o momento ideal de interromper o uso. É indispensável seguir as prescrições médicas e nunca se automedicar.

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