Obesidade pode influenciar a Fibrilação Atrial

quarta-feira, 26/abr/2017

Obesidade pode influenciar a Fibrilação Atrial

Os casos de obesidade assim como os episódios de fibrilação atrial são cada vez mais frequentes em indivíduos de diferentes idades. Como consequência, a relação entre uma e outra situação parece bastante óbvia. No entanto, muita gente ainda desconhece a real importância no controle de peso e a melhora no quadro da fibrilação atrial.

Outro ponto que cabe destacar é que pessoas cujo peso encontra-se extremamente alterado contam com maiores chances de padecer dessa afecção crônica. Muitos estudos que tratam de explicar a relação entre ambas situações foram primordiais para o conhecimento da obesidade como fator de risco da fibrilação atrial. Além disso, também foi constatado que a perda de peso é indispensável para conter a fibrilação atrial.

A perda de peso e a fibrilação atrial

Perder peso é melhorar a qualidade de vida, isso é fato. Uma das consequências fantásticas da redução do peso corporal é a redução dos episódios deste tipo de arritmia. Outro ponto relacionado à esta questão diz respeito à diminuição da gravidade no quadro da FA.

Estudos anteriores apontavam que a diminuição do peso reduzia os sintomas da fibrilação atrial tais como cansaço e falta de ar. Os resultados dos estudos realizados nos últimos anos foram indispensáveis para aumentar as chances de vida dos pacientes obesos. Estes demonstraram que uma perda de peso regular é de grande valia para os pacientes e pode reduzir de forma significativa a gravidade da fibrilação atrial.

A perda de peso também proporciona mudanças favoráveis nos fatores de risco cardiovascular como a hipertensão, a apneia obstrutiva do sono e a diabetes. Além disso, favorece a melhora na estrutura e na função cardíaca.

A obesidade e as doenças cardiovasculares

A obesidade aumenta o risco de aparecer a fibrilação atrial. No entanto, esta não é a única afecção originada pela obesidade. Ela também aumenta as chances de aparecimento de coágulos sanguíneos, AVC e insuficiência cardíaca.

Emagrecer é indispensável para quem busca a redução do risco de desenvolver transtornos no ritmo cardíaco tal como a fibrilação atrial.

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde estima que quase dois milhões de adultos tenham sobrepeso ou sejam obesos. A obesidade aumenta o risco de cardiopatias, diabetes, transtornos auriculares e alguns tipos de câncer.

Em suma, controlar o peso corporal e manter uma dieta equilibrada é indispensável para quem busca melhorar a qualidade de vida. Isto inclui reduzir os sintomas, fatores de risco e complicações derivadas de episódios inéditos ou crônicos de fibrilação atrial.

Contar com ajuda especializada é de extrema importância nos quadros de fibrilação atrial.

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