Quais são os riscos de uma fibrilação atrial?

sexta-feira, 17/jun/2016

Saiba mais sobre os riscos de uma fibrilação atrial | Instituto de Fibrilação Atrial

Considerada uma séria condição cardíaca, a fibrilação atrial é caracterizada por uma arritmia cardíaca ocasionada pelo batimento irregular das câmaras cardíacas superiores (átrios), que geram o bombeamento irregular de sangue para o restante do corpo do paciente.

A disfunção, geralmente, ocasiona batimentos acelerados e irregulares, podendo causar diversos sintomas na pessoa acometida pela fibrilação atrial, como:

  • Fadiga;
  • Vertigem;
  • Desmaios;
  • Palpitações;
  • Falta de ar, entre outros.

Podendo, inclusive, ser assintomática em alguns casos, sendo descoberta apenas durante a realização de algum exame físico ou eletrocardiograma.

Apesar de existirem formas de tratamento, como a ablação por radiofrequência, por exemplo, que proporciona o controle da arritmia cardíaca em cerca de 80% dos casos, podendo excluir a necessidade de o paciente manter o tratamento medicamentoso, mesmo em casos assintomáticos a fibrilação atrial pode ter diversas consequências à saúde do paciente. Conheça algumas delas.

As principais consequências da fibrilação atrial

O bombeamento do coração funciona por pequenos impulsos elétricos que têm origem nos átrios, contraindo as câmaras cardíacas, fazendo com que o sangue flua para fora do órgão. Quando não há o bombeamento adequado, devido à fibrilação atrial, o sangue flui de forma irregular, podendo originar pequenos coágulos sanguíneos. Caso esses coágulos se desprendam das câmaras do coração e caiam na corrente sanguínea da pessoa acometida pela arritmia cardíaca, pode originar problemas, como:

  • Acidente vascular cerebral (AVC), quando uma veia do cérebro fica obstruída;
  • Embolias sistêmicas;
  • Embolias pulmonares, em casos de entupimento de vasos pulmonares;
  • Tromboses em membros do paciente, mais comumente os inferiores, visto que a circulação sanguínea nesses locais é mais prejudicada;

Além disso, se não tratada corretamente, a fibrilação atrial pode ocasionar outras complicações graves à saúde do paciente, tais como:

  • Síncopes (desmaios), caso a pulsação fique muito acelerada ou muito lenta;
  • Insuficiência cardíaca, devido ao ritmo irregular dos batimentos e, consequentemente, ao bombeamento insuficiente de sangue para o restante do organismo;
  • Cansaço e fadiga crônica;
  • Outras formas de arritmia cardíaca, entre outros.

Sempre que uma pessoa sentir mal-estares, como palpitações e desconfortos no tórax, deve buscar a orientação de um especialista em cardiologia e, em casos de ser diagnosticada a taquicardia, recorrer ao tratamento ideal e recomendações de profissionais que lidam com fibrilação atrial. Automedicar-se nunca é aconselhado e, dependendo do medicamento administrado, pode agravar a situação.

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