Quando a ablação por radiofrequência é indicada?

sexta-feira, 1/jul/2016

quando a ablação é indicada

A ablação por radiofrequência é a forma de tratamento mais eficiente para as arritmias cardíacas conhecidas como fibrilações atriais. É realizada por meio de cauterizações e não exige a abertura do tórax. Pode ser realizada para qualquer tipo de fibrilação atrial, mas é mais indicada em casos específicos.

O tratamento de arritmias cardíacas por meio da ablação é totalmente indolor. Ele possui o objetivo de eliminar todos os focos de fibrilação atrial e os riscos que essa alteração nos batimentos cardíacos pode proporcionar. Além disso, a ablação promove o controle da arritmia cardíaca em cerca de 80% dos casos e o paciente pode, inclusive, ser liberado do uso contínuo de medicamentos, dependendo do caso.

É um procedimento minimamente invasivo no qual o especialista realiza a introdução de cateteres e emprega técnicas de radiofrequência para eliminar os focos de fibrilação atrial no coração do paciente. A técnica também permite isolar a região que apresenta a arritmia cardíaca a fim de evitar a formação de novos coágulos, que podem ocasionar diversos problemas, como tromboses, embolias pulmonares e até AVC.

Quando a ablação é indicada como tratamento para a fibrilação atrial?

Existem muitos casos em que a pessoa acometida pela fibrilação atrial não apresenta nenhum sintoma, sendo essas ocorrências consideradas assintomáticas. No entanto, na maioria das vezes, as pessoas que sofrem da arritmia cardíaca apresentam indícios, como fadiga constante, desconfortos e dores na região torácica, falta de ar, tonturas, desmaios, entre outros.

Independentemente de apresentar sinais ou não, a fibrilação atrial é uma condição cardíaca muito séria e pode afetar até mesmo pessoas aparentemente saudáveis. Devido a isso, apenas um especialista em cardiologia poderá indicar a conduta de tratamento ideal para cada caso. O tratamento da fibrilação atrial por meio de ablação por radiofrequência é comumente indicado para os seguintes casos:

  • O paciente apresenta anormalidades na atividade dos impulsos elétricos cardíacos, considerado um quadro agravante às chances de parada cardíaca;
  • O tratamento medicamentoso previamente orientado pelo especialista não é eficiente para o controle da arritmia cardíaca, e
  • A pessoa acometida pela fibrilação atrial possui intolerância a componentes presentes na medicação indicada para o caso.

Além disso, o tratamento da disfunção cardíaca por meio da ablação evita o surgimento de condições adversas que normalmente ocorrem após o uso prolongado de medicações que promovem o controle da fibrilação atrial.

Apesar de ser indicada como uma forma de tratamento definitivo para arritmias cardíacas, apenas um cardiologista poderá confirmar se a ablação por radiofrequência é a maneira ideal de tratar o caso de fibrilação atrial, sendo indispensável a avaliação de um especialista.

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