Tipos de ablação para o tratamento de fibrilação atrial

quinta-feira, 12/jan/2017

A fibrilação atrial é uma condição na qual o ritmo de batimento das câmaras superiores do coração, chamadas de átrios, é alterado, batendo de maneira mais rápida do que a considerada como normal e prejudicando o bombeamento sanguíneo para o corpo.

Essa condição é bastante séria e, muitas vezes, assintomática, ou seja, a pessoa não desconfia que possui a arritmia cardíaca até a realização de algum exame. Ela pode causar diversas consequências devido favorecer a formação de coágulos sanguíneos que, ao se desprenderem e caírem na corrente sanguínea, podem gerar trombos em todo o corpo do paciente acometido, favorecendo, inclusive, um episódio de AVC (acidente vascular cerebral).

Tipos de ablação para o tratamento de fibrilação atrial

Atualmente, existem diversas formas de tratar a fibrilação atrial, tanto por meio de terapias medicamentosas quanto por alguns tipos de ablação cardíaca.

Como é o tratamento da fibrilação atrial por ablação?

A ablação cardíaca é um procedimento minimamente invasivo, realizado por meio de cateterismo, por um especialista em arritmologia altamente capacitado. Durante o procedimento, é inserido um cateter com o objetivo de alcançar o local acometido pela arritmia cardíaca. Ao alcançar a área identificada como o foco da fibrilação atrial, é realizada a cauterização a fim de eliminar as células causadoras da alteração cardíaca.

Contudo, essa cauterização pode ser realizada de duas formas diferentes: por meio de radiofrequência (a quente) ou com o auxílio de um balão de gás que promove o resfriamento e o congelamento da área (a frio).

Quando a cauterização é realizada com o auxílio de técnicas de radiofrequência, o procedimento é nomeado de ablação por radiofrequência. No entanto, quando a técnica utilizada é a de congelamento, o especialista realiza a cauterização do local acometido pela fibrilação atrial por meio de um cateter especial, que contém um balão de gás na ponta que, ao ser inflado, resfria toda a região até eliminar as células causadoras da arritmia.

Apesar de cada uma das técnicas possuir peculiaridades, ambas são muito eficientes para o tratamento da fibrilação atrial e apenas um especialista em arritmologias poderá confirmar qual delas é a mais indicada para o caso do paciente.

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